quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sobre a esperança e o amor...

By Maína Lins

Eu queria escrever, não sabia bem o que. Mas esse blog é sobre boys, não é mesmo? Então vamos a eles, dentro da minha perspectiva, é claro.

Para isso, permitir-me levar por meus devaneios em busca de algo relevante para mais um texto dentro do contexto. Afinal, já tenho alguns leitores que curtem minhas bobagens, textos românticos, desabafos, reflexões ou simplesmente um pouco de autoajuda, ou esperança. Não me importo como interpretem meus textos, até gosto, pois faço isso por prazer.

Meus devaneios me levaram a refletir sobre toda minha história, meus amores, casos, flertes, paixões, amizades coloridas e namoricos. Tá, não foram tantos casos assim, mas tiveram motivações distintas. 
Entretanto, todos eles carregavam o mesmo sentimento, pelo menos da minha parte: a esperança. Sim, aquele sentimento de “vai que cola”, de “estou aqui curtindo mas vai que...”

No fim, todos eles terminaram de alguma forma, alguns com lágrimas, outros com total indiferença, alguns com pesar, outros com alívio total. Alguns, demorei anos para me recompor, outros bastou dois litros de vinho barato e há aqueles que nem me lembro o nome. Como é mesmo o nome daquele boy que eu fiz jejum de 40 dias para ele ficar comigo porque a irmã da igreja disse que ele era o meu? Acho que era... peraí ... ah, enfim, o fato é que aos 29 não é hora da esperança acabar, aos 30 a vida está só começando.

Não falo aqui de casamento, relacionamento sério, estável, aberto ou amizade com benefícios. Minha esperança é o amor em sua forma mais plena, pura, viva e fulgaz, e não os rótulos, expectativas sociais ou algemas que se espera dele. Quem ama fica, pronto, pelo tempo que quiser, que pode até ser para sempre, que pode até ter anel.

Então retorno a minha história e as distintas motivações que fizeram estar com pessoas, alguns por semanas outros por anos. Não sei dizer quem amei mais ou se amei alguém. Sim, me pergunto que sentimentos foram esses que me causaram tanta agonia e prazer, parafraseando Sandy em “turuturu”. Poderia também considera-los todos como frustrações ou experiências para o currículo, considerando o grande aprendizado, ou todos grandes amores, considerando as erupções quase que vulcânicas oriundas do meu coração.




Talvez por isso a esperança não morra, porque talvez nunca tenha existido, não em sua forma plena e pura. Ou talvez todos eles tenham sido a ponto de se tornar um vício perpétuo em minha vida. Talvez seja essa a graça de tudo, a busca, a descoberta, a diversão do sofrimento, o desconhecido que já sabemos, a novidade com fim tão previsível, a esperança de um novo amor.

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