quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Sobre o que amamos muito, maquiagem...

By Maína Lins

A eterna discussão do antes e depois, com maquiagem e sem maquiagem. A loucura é tanta, que para algumas nem existe antes, a maquiagem é sempre. A moça dorme e acorda maquiada.

Ai meu Deus! Maína criticando maquiagem? Jamais, gatas. Amo e sempre amarei, pelo prazer, pela diversão e por último pela estética, acreditem!

Mas vamos pensar um pouquinho. Você deixa de gostar de algum boy por conta de maquiagem, só se ele tiver maquiado, o que socialmente é interpretado como sinal de que ele gosta da mesma fruta que nós amamos.

Mas conosco a coisa é diferente. Seremos julgadas, interpretadas pela presença, ausência ou composição da maquiagem. Se você usa sempre, quando estiver com o rosto limpo parecerá desleixada, com aspecto de cansada e até mesmo feia. Se não usa, quando usar questionarão suas intenções. Se está aprendendo a manipular os pincéis, será objeto de análise e avaliação de quem tem certa destreza.

Ou seja, nos tornamos escravas da massa corrida, reboco, lixa e todo arsenal que camufla o que entendemos como imperfeições. Olheiras, espinhas, manchas de sol e sinais de expressão. E há solução para tudo, desde que usada a técnica adequada da atualidade, amanhã já inventaram outra coisa.

O princípio é o mesmo da roupa, tudo para atendermos as expectativas estéticas e sociais: bocão, olhão, pele de pêssego.

Descontruir tais conceitos me parece impossível, ainda mais considerando toda a indústria de cosméticos envolvida.


Bom , o que estou tentando dizer é: não me torno linda com maquiagem, continuarei a mesma. A maquiagem é...ah...é... algo que a gente gosta muito.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Sobre equilíbrio e amadurecimento...

By Maína Lins

Para uns um blog chato e infantil, para outros moderno demais, e ainda há os que acham que estou me expondo.

Em um mundo de múltiplos pensamentos, dissertar sobre o amor, vivências, experiências próprias ou alheias, suas implicações e outras coisas que as mulheres gostam ainda é bastante complicado.

Sou um ser humano que tentar transitar entre as múltiplas visões de mundo e perspectivas em busca de um equilíbrio de entendimento próprio e quem sabe uma possível “verdade”.

Enquanto isso, acho tudo bem falar sobre a busca dos amores casuais ou estáveis, das inseguranças, medos, ansiedades e das alegrias que perpassam tudo isso. As amizades e os instrumentos de conquista, o devaneios em forma de prosa e verso ou poema.

Queria que todos entendessem que a confusão mental, os momentos e fases de cada um não são méritos nem deméritos. Pelo contrário, como pedagoga, respeito os ritmos de aprendizagem de cada um, em sala de aula e na vida, inclusive o meu. Respeito meu gostos, meus sentimentos, meu momento e não faço disso um parâmetro de julgamento alheio.

A vida é um conjunto de dimensões. Podemos crescer a amadurecer em uma e em outra talvez o processo seja mais doloroso. Ainda há que se considerar que o amadurecimento é subjetivo e o aprendizado também. Posso ter evoluído numa perspectiva feminista e emancipadora e regredido numa perspectiva conservadora, ainda assim não ser nenhum dos dois. Posso ser uma excelente profissional e não entender nada de amor, apesar de falar dele por aqui.

Por um mundo sem crises etárias, sem cobranças. Vamos gostar, vamos sofrer, vamos nos equivocar e errar mais uma vez. Vamos filosofar sobre tudo isso numa mesa de bar, assim, bem leve como a vida deveria ser.


Então antes de julgarmos, saia do seu lugar, da sua visão de mundo e tente olhar ao redor. A primeira impressão será de bizarrice e última de pertencimento.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sobre palavras de amor, o novo cheio de velho...

By Maína Lins

Mais um pouco de romance, liberdade e confusão mental...


É possível acreditar quando as novas palavras são as mesmas de sempre, aquelas usadas por velhos amores?
Será que é possível que a saudade dessa vez possa durar mais de um dia?
Será que a vontade de agora pode durar mais do que a de antes?
Será que o novo você, carregado das mesmas falácias de antes, pode ser o final?

Mais um "Bom dia, linda!"
Maís um "que saudade!"

Depois de tanto tempo, tantos amores e desencantos, seria possível amar com as mesmas palavras de amor?
Ah, o amor é o mesmo, o de sempre e suas palavras também. Muda apenas quem as carrega desta vez e nunca saberemos o final.

Mais um "estamos junto agora!"
Maís um "Confie em mim!"

O último a usar as palavras de amor para sempre, que trará sentido aos velhos jargões e clichês.
O último a dizer e permanecer sob as curvas do meu corpo com a mesma vontade do anterior.

Maís um "estou louco para te ver!"
Maís um "nunca senti isso antes por ninguém!"

Mas se não se sabe o final, só resta acreditar no novo amor e nas mesmas palavras que ele traz novamente.
Só resta acreditar que “seja eterno enquanto dure”.
Que enquanto acreditar talvez exista amor, esse que também deixa partir quando acaba.
Mas se achar que acaba, talvez não dure e se quiser que dure demais talvez acabe.

Mais um "não vou te machucar!"
Maís um "eu te amo!"

Ah, a instabilidade, a insegurança o frio na barriga desse tal de amor ou fome mesmo... 

Mais um "foi incrível mas..."
Mais um "vamos devagar, acho que me precipitei..."

Confusa? É exatamente por aí...

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Sobre as 7 regras para mulheres que estão na pista para negócio após os 30

By Maína Lins

Estar solteira após os 30 ainda pode ser um tabu, tanto para quem vive a solteirice quanto para quem convive. Sim, por mais avanços éticos e morais que sociedade tenha vivido, ainda passamos por situações de cobranças como porque não estamos num relacionamento estável, como se houvesse algo de errado nisso.

Bom, antes de mais nada é preciso identificar as causas do celibato pós 30. Algumas mulheres vem de longos relacionamentos, conturbados ou não. Outras apenas namoram aqui ou acolá, e há aquelas que estão solteiras por opção, pois prezam por sua liberdade e ainda não encontraram alguém que compreendesse seus ritmos e estilos de vida para compartilhar. Seja como for, elas estão aí, na pista para negócio.

São mulheres cheias de experiências de vida, de histórias memoráveis, independentes, guerreiras, inteligentes e bem resolvidas. Entretanto, todos esses atributos nem sempre são suficientes para que se percebam assim. Mesmo aos 30, muitas passam pelos mesmos medos e inseguranças de mulheres menos vividas, ou mesmo não sabem lidar com a dor das frustações vividas, projetando tudo na forma vão para “Pista”.

Penso que tais medos, inseguranças e frustrações devem ser tratados por meio profissional especializado, mas enquanto isso, tenho algumas regras que “maquiam” certos comportamentos involuntários das mulheres pós 30 na balada e torçamos para que a maquiagem possa ser compreendida melhor com o tempo e se torne parte da mulher. Vamos a elas:


  • 1.       Viva e transmita a idade que realmente tem. Não adianta se travestir de mais nova, preocupe-se apenas em estar linda, elegante e atraente. Além de correr o risco de parecer ridícula, caso consiga a proeza de aparentar ser bem mais nova, poderá atrair boys que não sejam do seu interesse etário (se for isso que quer, ok).

  • 2.       Não compita com as mais novinhas. Sim, as experiências da vida trazem marcas de expressão e novas curvas ao corpo, e talvez já não seja possível sentar até o chão no baile de favela, faz parte. Mostre sua maturidade com um diferencial que as “novinhas” não tem.


  • 3.   Não se preocupe em ser notada.  Uma mulher segura será notada de qualquer jeito. Tente entender que o principal da festa é a diversão, a amizade. O boy magia é uma das consequências boas de uma noite agradável. Caso ele não venha, haverão outros momentos, não avalie a noite por isso e sim pelo tanto que foi divertido.


  • 4.    Mescle os ambientes que frequenta. Existem boas casas noturnas que são mais frequentadas pelo público maduro. Nesses casos, a balada costuma ser mais interessante. É bom conhecer pessoas em momentos semelhantes de vida.


  • 5.     Não se reprima. Se quiser dançar, dance, se quiser seduzir, seduza, se quiser beber, beba com responsabilidade. Não é porque já passou dos trinta que precisa “pagar a de lady” a festa toda. Curta! Viva!


  • 6.      Saiba que dos 20 aos 40 a cabeça dos homens é a mesma (constatação minha). Não é porque ele é o grisalho sedutor que transmite maturidade, que ele abrirá a porta do carro ou te ligará no dia seguinte.

  • 7.  Mulheres independentes e bem resolvidas assustam. Prepare-se para cruzar com algum assustado por aí.



segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Sobre o que querem as mulheres...

By Maína Lins

Sabe aquela moça linda, de proporções perfeitas. Aquela mulher que quando dança o cabelo acompanha o ritmo e consegue se manter lindo. Aquela mulher que parece a encarnação das canções da Anitta. Aquela mulher que sabe a que veio e faz questão de ser notada na balada.

Agora sabe aquela outra moça comportada, de vestes conservadoras, que carrega consigo o cheiro da castidade. Aquela que se recusa a frequentar ambientes festivos que não se refiram a sua comunidade religiosa. Sim, elas existem. Culpa de um certo movimento chamado "Escolhi esperar". Não direi o que eu acho, não direi o que eu penso a respeito.

Pois então, sabe o que elas tem comum? Ambas procuram a mesma coisa. Bom, me dei conta esses dias depois das mesmas observações de sempre, que trazem meu ponto de vista superficial e que talvez não se sustente.

Enfim, as duas mocinhas descritas buscam o amor em suas diversas manifestações. Sim, de formas e momentos diferentes, ambas buscam ser notadas por suas atitudes e ambas esperam uma espécie de “gratificação” amorosa, o que nem sempre acontece. Muitas vezes acabam objeto de olhares preconceituosos e destrutivos. 

A questão é que ainda não se deram conta que o amor é inesperado. Ok, pode ser que o ato rebolativo até renda frutos, assim como a “pureza” da menina conservadora. Nos dois casos os frutos podem estar verdes, maduros ou apodrecidos, e isso independe da situação. Sim, gente boa e gente ruim tem em toda parte, com as intenções mais diversas possíveis.

Então esse artigo seria para que, mesmo? Para entender que o amor pode acontecer para todo mundo, em qualquer lugar, de todas as formas. Suas atitudes, os conselhos das amigas e livros para mulheres poderosas podem até ajudar, mas não garantem muita coisa. A cabeça deles é louca mesmo, ninguém sabe o que fará com que o boy se apaixone por você, eu mesma já vi e ouvi de tudo. Um exemplo: o que você fez para aquele boy chiclete, grudento estar no seu pé a seis meses sem nenhuma retribuição da sua parte? Também não sei, o que fato é que o mesmo não funcionou para o outro que possivelmente você estava de olho.

Sendo assim, deixe de julgamentos e não se reprima. Rebole para seduzir, cante para encantar e seja você mesma nisso tudo. Que seja o seu rebolado, que seja a sua voz, que seja seu jeito que o amor vem.


Enquanto isso, dá nada rebolar mais um pouquinho...”quica, quica, senta, senta...”

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sobre a “Sídrome de Motomoto”... (filme Madagascar 2 )

A muito tempo estava querendo escrever sobre esse assunto. Nomeei o tema de “Sídrome de Motomoto”.

Para que não fiquem perdidos, aqui está o link do trecho do filme Madagascar 2 a que me refiro.



Quantas vezes você já não se viu cercada de “Motomotos”, na vida, gata?

Eles estão por toda a parte e se reproduzem em larga escala. Estão na balada baixo nível ou pode ser o boy unção da sua congregação religiosa, acredite. São pessoas experts em ressaltar seus atributos físicos para momentos rasos e casuais ao seu lado. Tá, as vezes é isso mesmo que você quer. Talvez no momento ou naquela balada que você foi focada na pegação, ser chamada de gostosa, sexy e deliciosa seja mais que oportuno, principalmente se o boy em questão for o “Motomoto” da vez, o boy que exala feromônios e testosterona, mas que é incapaz de enxergar em você mais que carne de boa qualidade, é até covardia esperar mais que isso do “pobrezinho”, tadinho. Sim, estou sendo irônica mas não se trata de indireta e recado para ninguém, mais uma vez é só um texto fruto de observação.

Continuando e falando sério, observemos a girafa macho em questão. Nem só de “pegação e vida bandida”  vive uma mulher de verdade. Sim, lá no fundo do coração esperamos ser tratadas com as palavras da girafa Melman, que nada mais é que alguém que conviveu com a Glória e a conhece o suficiente para perceber o que realmente importa. Queremos mais que palavras vazias daquilo que já sabemos, até porque nos olhamos nos espelho antes de sair e sabemos bem o quão atraentes estamos. Mas aquele que consegue ver além do vestido apertado e do rebolado sensual, ah... esse merece toda atenção. Aquele que se sente atraído por você até de calcinha bege e cara limpa e diz que seu ex é o cara mais burro da face da terra. Aquele que sabe que você é incrível, única e especial e esse é o motivo que o faz ficar ao seu lado.

O grande problema? Queremos juntar a testosterona do Motomoto e alma do Melman em uma só pessoa. É possível? Existe tal criatura? Não sei e, como sempre, não trago solução as questões apresentadas neste blog.


Então, ciente de tais perfis apresentados, escolha o seu. Motomotos até podem ser úteis eventualmente, mas até quando, gata?

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Sobre o amor e seus "joguinhos"...

By Maína Lins

Há quem diga que quem tem sorte no jogo não tem sorte no amor e vice-versa. Bom, eu nunca entendi isso muito bem, pelo menos enquanto o amor for baseado em jogos.


O amor, que deveria se tratar de uma decisão unilateral no intuito de fazer o outro feliz porque isso faz quem ama feliz, precisa ser construído a base de jogos e geralmente alguém sai perdendo, aquele que insiste em desconhecer as estratégias para “prender” o ser amado.

E em se tratando de um jogo, você nunca pode dar tudo de si no primeiro momento, até porque não é sabido quanto tempo o jogo vai durar ou se um dia vai acabar. Às vezes, também, é preciso retroceder como estratégia, deixar ou outro achar que está ganhando.

Não se pode chegar e ir amando assim do nada. Você faz parecer que gosta em um momento, no outro você faz parecer que nem tanto. É preciso ir com doses homeopáticas, controlar emoções, a respiração e não mostrar tudo si, se não você perde a jogada.

E sabe o que acho disso tudo? Horrível!!!

Sonho com dia em que poderemos gostar do tamanho no sentimento. Permitir que os sentimentos tomem as proporções que realmente tiverem, grandes, pequenas ou em crescimento. 


Que a vivência do desejo seja tão intensa quanto a vontade que se tiver. Que seja possível conquistar sem retroceder, mostrando o que realmente quer ou espera do outro, sem pré julgamentos.

Calma, não me refiro a maluquices, nem a amores insanos. Apenas penso que ser o que somos e o que sentimos deveria ser o melhor o caminho, ao invés da intensa agonia de escolher o que não queremos como estratégia de jogo.

Que um dia o amor possa voltar a ser o amor, a decisão unilateral de quem resolve amar. Ou que amor seja o fim daqueles que gostam um pouco agora e mais um pouco amanhã. Ou ainda, que amor seja manifestado livremente entre beijos gulosos e abraços apertados sem fim.


Enquanto isso, a aqueles de coração mole, recomendo que tentem aprender a regras do jogo, já que não tem para onde correr mesmo. Mas deixa estar, que o que é para ser vigora!